Olhar o mar, compenetrar-se nas ondas, observar o salto divertido dos golfinhos, rir um pouco do caramujo abandonado, largado aos prazeres da pegação. Tem sempre alguém com um caramujo nas mãos. Quem não olha em janelas abertas !a quem olhe sobre um ângulo real e outros além da imaginação. Acho que toda prece percebe aproximacoes.eds
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